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Le Marche – Umbria – Lazio – Molise
A região central, também conhecida como a “coxa” italiana, é a mais densamente cultivada e a mais acidentada de toda a península. Seus vinhedos são cultivados desde os mares, Adriático e Tirreno, até aos sopés dos Apeninos. A longa seção central da península italiana se estende desde a fronteira noroeste da Toscana com a Ligúria, cobrindo sete regiões, até Molise, no sudeste.

Paralelo a costa do Adriático corre um cinturão de viticultura que atravessa Romagna, Le Marche, Abruzzo e Molise, ocupando as planícies e os morros rumo às montanhas.
A proximidade entre picos elevados e litorais ensolarados gera uma enorme variedade climática e conseqüentemente uma profusão de cepas e vinhos estilosos, que se identificam cada qual com o seu terroir. Os vinhedos da Ümbria e da Toscana central se submetem a noites frias e dias mais quentes, ao passo que as vinhas cultivadas no litoral sofrem maior influência do mar - mais sol e menos frio noturno.
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A sub-região da Ümbria se destaca pelos soberbos Sagrantino di Montefalco e outros com cortes de Sangiovese, Montepulciano, Cabernet Sauvignon e Merlot, já a sub-região de Le Marche produz o mais encantador dos vinhos branco da Itália central com um corte de uma uva autóctone a Verdicchio.
Assim, a encantadora região central Italiana, despretensiosa e comedida perante as suas poderosas irmãs do nordeste e noroeste, cumpre o seu papel amortecedor entre as regiões do norte e sul, produzindo bons vinhos que harmonizam à perfeição com a culinária local.

O enoturismo é o grande diferencial da região, já que é a partir das colinas de Roma, a "cidade eterna", que os visitantes percorrerão por estradas sinuosas com paisagens deslumbrantes,
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