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Tendo em vista que este país da Oceania tem pouco mais de quatro milhões de habitantes, baixo consumo per capita de vinho e nenhuma tradição vinícola, a NOVA ZELÂNDIA é um extraordinário “case de sucesso” no mundo do vinho.
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O plantio de cepas europeias na NOVA ZELÂNDIA data de 1819. Durante todo este tempo a sua produção de vinhos foi direcionada ao seu restrito mercado interno na forma de vinhos sem graça e sem qualidade. A grande virada ocorreu em meados dos anos 90 quando, focando o mercado externo, sua indústria vinícola, com apoio governamental e de maciços
investimentos privados, deu um salto extraordinário na qualidade dos vinhos ali produzidos.
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Com a fama da qualidade de seus varietais catapultado às alturas, principalmente os brancos oriundos das cepas Sauvignon Blanc e Chardonnay, que atualmente respondem por quase 80% dos seus vinhedos, a Nova Zelândia se transformou em um produtor importante no cenário internacional. O país possui mais de 400 vinícolas que colheram nos últimos anos mais de 120.000 toneladas de uvas.
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Além da Sauvignon Blanc e da Chardonnay, as outras cepas que melhor se adaptaram ao solo e ao clima do país são a Merlot, a Riesling e a Gewürztraminer. As duas regiões produtoras de vinho do país estão na:
ILHA DO NORTE
ILHA DO SUL.
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